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| Assessoria de imprensa nega informação do produtor, que diz que o cantor não pedia segurança para os shows |
“Não acredito (em crime passional), ele tem a mulher dele, estava bem com ela, muito bem”, afirmou Rolland.
O funkeiro morreu cerca de dez minutos após começar uma apresentação num condomínio da CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano), no bairro San Martin, periferia de Campinas, após levar um tiro no abdômen.
Durante o enterro do filho na última segunda-feira (8), Rolland declarou que o motivo do crime foi inveja. "Foi inveja. Inveja mata." Ainda segundo ele, a vítima não tinha inimigos. "Era um menino muito bom, um menino carismático, dócil. Ele não tinha inimigos", afirmou.
Shows sem seguranças
O produtor que contratou MC Daleste para seu último show na carreira, Rogério Rodrigues, afirmou em entrevista ao R7 que trabalhava com o cantor há dois anos e que o funkeiro nunca pedia segurança nos shows.
“Daleste já veio oito vezes cantar aqui em Campinas, na rua, para 20 mil pessoas, e nunca pediu segurança, porque o povo aqui gostava dele. Ele não imaginava que isso ia acontecer”, afirmou Rodrigues.
A assessoria de imprensa do cantor, contudo, nega a informação e diz que "sempre existiu a preocupação com isso". A equipe do MC Daleste também criticou a falta de segurança no show em que ele acabou baleado.








